Mostrando postagens com marcador fé. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fé. Mostrar todas as postagens

8 de dezembro de 2011

Modelo

Já há alguns dias venho pensado muito e não tenho conseguido colocar nada "no papel". Essa agitação de fim-de-ano, somada as todas as outras cotidianas tem me atrapalhado um pouco. Mas hoje vi um vídeo, procurando por outro aliás, que me tocou.

Estou lendo Louco Amor, de Francis Chan, e tem sido por enquanto um ótimo livro, recomendo. Sinto a necessidade de fazer uma breve biografia para que vocês possam conhecer mais sobre ele. Francis Chan é o pastor da Cornerstone Church (Igreja da Pedra Angular) na Califórnia, e tem uma bonita história de vida. Perdeu a mãe no seu nascimento, e ficou orfão do pai aos 12 anos. Foi criado pela madrasta e sempre este envolvido com Jesus, através de inúmeros projetos dos quais participou. Ele tem uma visão muito bonita e amorosa sobre Deus e foca a sua mensagem nisso, no amor incondicional de Deus. Você pode encontrar mais na confiável wikipedia ou no site do próprio autor.


No livro Louco Amor ele aborda a questão do esfriamento no relacionamento com Deus, seguindo do afastamento e por último uma hipocrisia que toma conta e nos afasta definitivamente daquele que nunca se afasta de nós. É um bom argumento! O vídeo que assisti pela manhã e me deixou pensando o dia inteiro segue abaixo para a apreciação de vocês:



Um pegunta muito pertinente feita por ele: "Jesus é seu salvador, mas ele é também o seu modelo?"

Ainda estou pensando nisso...

Que Deus tenha verdadeiramente misericórdia de nós. Pois se dependermos somente de nós mesmos, estaremos fadados ao fracasso.

21 de outubro de 2011

Cristãos, vivemos pela fé ou pelo conhecimento?

"Oh, Timóteo! Guarde o que lhe foi confiado. Afaste-se das conversas ímpias e profanas da argumentação contraditória que falsamente chamam de "conhecimento". Muitos que prometiam esse "conhecimento" erraram o alvo no que concerne à fé. A graça seja com você."
1 Timóteo 6:20,21 - versão do B'rit Hadashash
A coruja é um símbolo de conhecimento,
já a cruz é o símbolo da fé.
Esta semana terminei de ler 1 Timóteo, numa versão do Novo Testamento traduzida por um judeu messiânico. E entre tantas pérolas que a palavra de Deus guarda, esta me chamou a atenção. Muitas vezes nos preocupamos tanto com o conhecimento que esquecemos da sabedoria. A diferença entre as duas é que qualquer um pode acumular conhecimento, mas poucos conseguem desenvolver a habilidade de utilizar o conhecimento que possuem, e a isto se dá o nome de sabedoria.

A atual época que vivemos é marcada por grande apostasia, e muitos tem abandonado os caminhos de Deus. E um caminho cristão que eu particularmente gosto muito é o da fé raciocinada.

3 de outubro de 2011

Qual o seu foco?

"... Mas o que estou dizendo para você? Você conhece golias. Você reconhece o andar dele, e recua diante de suas palavras.
Você conhece a voz dele — mas é ela tudo o que você ouve? Davi viu e ouviu mais. Leia as primeiras palavras que ele pronunciou, não só na batalha, mas na Bíblia: "Davi perguntou aos soldados que estavam ao seu lado: 'O que receberá o homem que matar esse filisteu e salvar a honra de Israel? Quem é esse filisteu incircunciso para desafiar os exercítos do Deus vivo?'" (17:26).
Davi aparece falando sobre Deus. Os soldados nada mencionaram sobre ele, os irmãos nunca falaram seu nome, mas Davi entra em cena e levanta a questão do Deus vivo. Ele faz o mesmo com o rei Saul: nãojoga conversa fora falando sobre a batalha ou fazendo perguntas sobre as chances de vitória. Ele traz somente um recado de Deus: "O SENHOR, que me livrou das garras do leão e das garras do urso me livrará das mãos desse filisteu" (17:37).
ELe continua o assunto com Golias. em resposta ao escárnio do gigante, o jovem pastor diz:

10 de junho de 2011

Argumentações de Brejeiro ante ao Ceticismo Aberto

Bem, considerem-se ao redor da fogueira experimentando um guisado de enguias com batatas. A paisagem ao lado é a charneca de Etin ao norte de Nárnia e essa cabana simples pertence ao nosso ilustre personagem: O Brejeiro.

Brejeiro é um personagem do livro “A Cadeira de Prata” de C.S. Lewis, a 6° Crônica de Nárnia. Meu fascínio por esse personagem começou com a primeira leitura que fiz deste livro, logo ele se tornou indiscutivelmente meu personagem favorito de todas as Crônicas. Uma identificação se tornou latente entre a minha personalidade e o peculiar personagem.

As situações que o paulama – nome da espécie a qual Brejeiro pertence – enfrentou durante sua “jornada do herói” eram quase que as mesmas situações que eu tenho de enfrentar em minha “jornada Cristã”. E a maneira como Brejeiro enfrenta essas situações adversas é a mais pessimista (ou realista, como eu prefiro) que se possa imaginar, e por conseqüências o mais cômico possível também.

O ápice desses embates que Brejeiro enfrenta é a discussão final com a Feiticeira Verde. Era incrível a que
ponto a genialidade de Lewis poderia chegar, algo que aconteceu comigo por quase todos os dias em que estive na faculdade estava acontecendo alí nas paginas de um livro que “tecnicamente” era para crianças. Obviamente que a questão que era travada por Brejeiro e a Feiticeira Verdade antes de falar a mim, havia martelado na mente do próprio Lewis mais de meio século antes de martelar em minha mente. A questão dizia respeito ao Ceticismo.

19 de maio de 2011

Fé Raciocinada

Disseram-me que para ter fé é preciso abrir mão da inteligência e simplesmente não concordo e nunca vou concordar, pois entendo que crer é um ato pensado (ou pelo menos deveria ser).

Para ter fé não creio que eu deva me desconectar do meu intelecto até o ponto de entrar em transe ou simplesmente abrir mão de qualquer conhecimento que exista no mundo seja ele filosófico, teológico ou proveniente de uma ciência exata qualquer.

Fé é a busca da racionalidade entre coisas que não se vê, mas são conscientes e ponderáveis bem diferentes da loucura, emoção e comoção. E até mesmo alienação.

30 de abril de 2011

Fé

As orações dos homens
Subam eternamente aos teus ouvidos;
Eternamente aos teus ouvidos soem
Os cânticos da terra.

No turvo mar da vida,
Onde aos parcéis do crime a alma naufraga,
A derradeira bússola nos seja,
Senhor, tua palavra.

A melhor segurança
Da nossa íntima paz, Senhor, é esta;
Esta a luz que há de abrir à estância eterna
O fulgido caminho.

Ah! feliz o que pode,
No extremo adeus às cousas deste mundo,
Quando a alma, despida de vaidade,
Vê quanto vale a terra;

Quando das glórias frias
Que o tempo dá e o mesmo tempo some,
Despida já, - os olhos moribundos
Volta às eternas glórias;

Feliz o que nos lábios,
No coração, na mente põe teu nome,
E só por ele cuida entrar cantando
No seio do infinito.

Machado de Assis


LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...