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13 de novembro de 2011

A Espiritualidade da Família - sobre filhos

Olá pessoal! Faz tempo que não conseguia escrever. Muita correria, profissional e pessoal. Quando não estou viajando a trabalho para treinamentos e encontros que ocorrem nesta época, estava na correria da família, com filhos e noiva. Mas graças ao Bom Deus dele não tenho me distanciado e tenho me alimentado cada vez mais.

Se fosse escrever sobre tudo o que ele tem me falado, daria fácil uns 30 artigos, mas hoje vou escolher falar apenas do meu tema favorito, a família. 

Eu e meus irmão crescemos com uma idéia que muitos de vocês devem conhecer, a de que "os filhos são do mundo". Minha mãe sempre disse isso. Crio meus filhos assim, não para reté-los, mas para soltá-los. E hoje eu e minha noiva resolvemos nos aventurar, escolhemos sair pela estrada, sem destino fixo. Apenas um tanque cheio, a estrada alguns louvores que gosto e uma série de palavras que foram minsitradas este ano na IBAB no que eles chamaram de "Semana da Família de 2011". Durante 4 horas tivemos a ministração de Deus na nossa vida, em relação ao maior plano de Deus para nós, a família. escolhi falar de apenas um tema baseado no seguinte texto:
"Os filhos são herança do Senhor, uma recompensa que ele dá. Como flechas nas mãos do guerreiro são os filhos nascidos na juventude." Salmos 127:3-4
Ah os filhos! Motivo de alegria e preocupação perene. Nos dão todo tipo de preocupação e satisfação que podemos querer de um ser que aparece indefeso e dependente e quando fica prontos, marcam novos pontos no horizonte e ruma para eles. Nunca deixam de amar os pais, mas ao ficarem maduros, ou nem tanto, encontram um outro alguém a quem fornecerem ternura, cuidado e amor. Mas Deus em sua sabedoria nos deu inúmeras razões para  valorizarmos e nos preocuparmos com a criação de nossos filhos.

30 de abril de 2011

Adão e Eva somos nós

Você pode interpretar a história de Adão e Eva como uma descrição de como as coisas aconteceram. Mas pode também interpretar como descrição de como as coisas acontecem. Pode ser uma história que conta como as coisas foram, ou como as coisas são. Pessoalmente, opto pela segunda alternativa. Não me interesso tanto em saber se as coisas foram daquele jeito ou não, não estou preocupado com a literalidade da narrativa, que aliás, me traz mais embaraços que esclarecimentos: houve mesmo um bonequinho de barro? antes de enganar o casal a serpente andava ereta? que fruta era aquela da árvore do conhecimento do bem e do mal, será que está sendo vendida na feira sem que a gente saiba que é ela? quais as coordenadas do jardim do Éden? será que os anjos com espadas de fogo ainda estão por lá?

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